segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Princípio de incêndio atinge trem no DF

20/12/2013 - G1 DF

Um problema técnico em um trem do metrô causou um princípio de incêndio próximo à estação final de Samambaia, no Distrito Federal. O incidente ocorreu na manhã desta sexta-feira (20), por volta de 6h45. Não há registro de vítimas.

Segundo informações do Metrô-DF, a fumaça ficou localizada no terceiro vagão do trem. Os passageiros quebraram e soltaram a janela de emergência do carro e pularam nos trilhos. De acordo com o Metrô, os trilhos foram desenergizados.

Conforme passageiros, ocorreram explosões no vagão e houve tumulto. Um usuário do trem disse que os funcionários do Metrô-DF só chegaram ao local por volta de 7h05 , e o Corpo de Bombeiros às 7h10.

O Metrô-DF informou que retirou, por volta das 8h, o trem que apresentou defeito. Ainda segundo a empresa, servidores foram destacados para fazer uma perícia. Não foram registrados atrasos em nenhuma outra estação, diz o Metrô.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

O vagão para mulheres só anda para trás

23/10/2013 - Carta Capital

Segregar transporte público é sugerir, como outrora, que mulheres são culpadas pela própria sexualidade e pela dos homens

Por Marília Moschkovich

No Rio de Janeiro já funciona há 7 anos, no metrô, um vagão exclusivo para mulheres. Desde o meio deste ano, o metrô do DF adotou a mesma medida e um projeto de lei tramita no estado de São Paulo para que o mesmo seja feito. O "vagão rosa", como é conhecido em alguns lugares, já foi implementado no Japão, Egito, Índia, Irã, Indonésia, Filipinas, México, Malásia e em Dubai. Geralmente funcionam assim: nos horários de pico apenas ou prioritariamente mulheres podem ocupar o espaço do vagão. Isso garantiria, a princípio, que não fossem assediadas nos trens.

O fato de apenas países de cultura sabidamente machista terem implementado esse tipo de política pública não é uma coincidência. Observando um pouco mais de perto a questão, fica claro que além de não resolver nada e reforçar a heteronormatividade e o próprio machismo, os vagões exclusivos ainda fomentam uma outra forma de opressão de gênero. Acompanhem meu raciocínio.

Assédio, em todos os níveis

Quem nunca viveu ou viu uma situação de assédio em transporte público lotado? Em geral os assediadores aproveitam-se da superlotação dos trens para agir. Na cabeça dessas criaturas bizarras, as mulheres são corpos disponíveis, que existem no mundo para agradá-los. Essa é a faceta mais perversa do machismo estrutural, reproduzida e reforçada por homens que muitas vezes, na melhor das intenções, se dizem feministas: a ideia de que eles podem pautar o corpo e o comportamento das mulheres de alguma forma. Esse princípio está por trás de textos machistas do escritor Xico Sá, de versos de Vinicius de Moraes, mas também orienta ações como a de estupradores e assediadores (físicos e verbais) em todos os dias de nossas vidas.

Recentemente a força que esse princípio tem na cultura brasileira ficou evidente, quando os resultados da campanha "Chega de Fiu-Fiu", do blog ThinkOlga, foram divulgados. Houve muita resistência de diversos homens em aceitar que aquela cantadinha que parece inofensiva acaba limitando a liberdade das mulheres de andarem como quiserem, por onde quiserem, na hora que quiserem. A grande maioria se recusa ainda a entender que nós mulheres não queremos sua opinião sobre como nos vestimos, sobre nossa aparência física, exceto em alguns contextos muito específicos. Quer dizer: novamente, as mulheres existem para os homens, na cabeça de tais espíritos sem luz.

O assédio é frequente, em diversos níveis. Qualquer mulher sabe disso, na pele. Então por que uma medida que (em tese) visa combater o assédio é mal-vista por tantas feministas? As feministas endoidaram de vez?

Os problemas da política dos vagões exclusivos

Para o azar de quem nos odeia, nós feministas ainda não perdemos de vez o bom senso. Vejam só: ao propor a separação de homens e mulheres como solução para o assédio, a política dos vagões exclusivos pressupõe três coisas – e é nessas três coisas que reside a opressão de gênero da questão.

Em primeiro lugar, os vagões exclusivos culpabilizam as mulheres pelo próprio assédio. A questão é abordada como se elas fossem o problema da coisa toda. Essa pressuposição fica clara na ideia de que as mulheres devem ser separadas da "população normal" (ou seja: homens; vejam lá Simone de Beauvoir com seu Segundo Sexo). Separar as mulheres – que são em geral as vítimas da agressão – significa dar liberdade aos algozes.

Quer dizer, os homens que assediam podem continuar assediando em outros espaços, sem que isso tenha nenhum tipo de punição. São comuns os relatos de recusa da segurança do metrô – e das polícias civil e militar – em tomar providências em casos de assédio. Muito comuns. Não é preciso ser nenhum gênio para encontrá-los no bom e velho Google (fica a dica).

Ao mesmo tempo as mulheres, que sofrem as agressões, são confinadas a um espaço limitado. Quer dizer: além dos assédios que limitam nossa liberdade, as políticas públicas que deveriam combatê-los fazem o mesmo. Não faz o menor sentido, não tem a menor lógica. Para sermos livres precisamos ser menos livres – é isso, mesmo?

Esse tipo de inversão cruel e bizarra acontece em várias outras situações de culpabilização das mulheres. Nas sociedades de cultura machista como a nossa, as mulheres são culpadas pela própria sexualidade – e pela sexualidade dos homens também. Assim, quando sofrem agressões, a solução é limitar, fiscalizar e controlar o corpo e as atitudes delas. Jamais o comportamento dos homens.

Daqui derivamos mais uma pressuposição problemática das políticas de vagões exclusivos: a de que seria natural dos homens não se controlarem sexualmente. Essa pressuposição é problemática em todos os níveis possíveis. Pra começo de conversa, porque trata o assédio e o estupro como se fossem parte do sexo, como se estivessem relacionados a desejo sexual e não a uma opressão e a uma questão de poder (três textos excelentes sobre isso, se você ainda não leu: no Biscate Social Club, na revista Fórum e no Bidê Brasil).

Além desse problemão, a proposta de segregar vagões nos diz que o fato de alguém "ser homem" (o que quer que isso queira dizer – falo brevemente disso em seguida) faz com que necessariamente vá assediar e estuprar mulheres. Não preciso dizer o quão irreal é essa suposição, certo? Há muitos homens que não estupram e um bom tanto que não assediam, nem o farão ao longo de sua vida. Só não arrisco dizer que são maioria ou minoria porque, de fato, não há dados estatística e sociologicamente confiáveis sobre isso (lembrando que ser condenado criminalmente por algo não significa que a pessoa realmente fez, nem que quem não foi condenado deixou de fazer).

Ainda mais fora da realidade do que isso, é a terceira suposição implícita nas políticas de vagões exclusivos para mulheres: a de que homens necessariamente têm desejo sexual por mulheres, e vice-versa. Chamamos essa pressuposição de "heteronormatividade", e ela aparece também em vários outros contextos em nossa sociedade.

Separar as mulheres dos homens no transporte público, além de tudo que já mencionei, ainda reforça essa ideia retrógrada e surreal de que a heterossexualidade e heteroafetividade são o "normal", o "natural", e de que relacionamentos gays e lésbicos são exceção, aberração, etc. Ou seja, no fim das contas, políticas como essa do vagão exclusivo estão muito mais para Marco Feliciano do que para Simone de Beauvoir. Sacaram?

Ao criar esse vagões, assumimos que não haverá "desejo sexual" (ainda supondo que seja essa a questão do assédio – que, sabemos, não é) entre mulheres. Nem entre homens. Fingimos que também não existem vários tipos de assédio contra outras minorias no transporte público e no resto da sociedade brasileira (quem lembra de um adolescente que foi jogado de um trem por skinheads que encasquetaram que ele era gay, há uns anos atrás, em São Paulo?). Não vou nem me atrever a tocar na questão dos estupros corretivos a gays e lésbicas.

Dentro dessas minorias outras, talvez a que mais de ferre com essa separação dos vagões sejam os homens e mulheres trans*. Além dessas três suposições problemáticas das políticas de vagões exclusivos, então, temos mais um problema grave que elas alimentam: como definir quem é mulher e quem não é? Quem tem esse poder?

Na semana passada, uma mulher foi expulsa do vagão exclusivo no metrô do DF porque os seguranças do metrô "decidiram" que ela não era mulher. A definição dessa categoria – "mulher" – não é nada simples, e filósofas, antropólogas e militantes feministas de diversas áreas e profissões debatem exaustivamente a questão há décadas. Certamente na legislação dos vagões não há uma definição sequer sobre o que qualifica alguém de "mulher" e portanto dá acesso ao tal vagão exclusivo.

A classificação acaba sendo feita arbitrariamente pela aparência, portanto. Mas é a aparência que define se alguém é ou não é mulher? Definitivamente, não. O que define o gênero das pessoas é a identidade que cada um constrói para si com o passar dos anos. Dar aos seguranças do metrô o poder de definir quem é mulher, é retirar de cada um a possibilidade de viver sua identidade e sua expressão de gênero. É uma forma de dominação das mais abusivas e cruéis.

Sem nem entrar na discussão de que a identidade de gênero não precisa ser binária (homem ou mulher), e nem fixa para a vida toda, já temos bastante motivo ver que os vagões exclusivos são uma violência contra quaisquer pessoas que não sejam homens cissexuais, de aparência e comportamento lidos como suficientemente "masculinos".

O vagão exclusivo para mulheres é, portanto, um retrocesso para as relações e opressões de gênero de todos os tipos, já tão consolidadas na cultura brasileira. Tudo o que não precisamos agora, enquanto tramitam o estatuto do nascituro e outros absurdos no Congresso, é de retrocesso.

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Marília Moschkovich (@MariliaMoscou) é socióloga, militante feminista, jornalista iniciante e escritora; às segundas-feiras contribui com o Outras Palavrasna coluna Mulher Alternativa. Seu blog pessoal é www.mariliamoscou.com.br/blog.

Metrô-DF realizará audiência pública para expansão da linha 1

18/07/2013 - Metrô DF

No próximo dia 26 de julho, às 10h, a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal realiza uma audiência pública para apresentação do projeto básico de expansão da linha 1 do Metrô-DF. O evento, aberto ao público, acontece no auditório do Complexo Administrativo e Operacional (CAO), em Águas Claras.

O projeto de expansão da Linha 1 acrescentará mais duas novas estações em Ceilândia, com mais 2,5 km de via, duas novas estações em Samambaia, com mais 4 km de via, e a primeira estação da Asa Norte, com 1 km de via entre a estação Central e a Galeria do Trabalhador, no Setor de Diversões Norte.

Ao todo, serão mais 7,5 km de via e cinco novas estações, além da modernização do sistema metroviário, que permitirá a injeção de mais trens na via.

Com a expansão, amplia-se também o atendimento ao público. A estimativa é que 30 mil novos passageiros passem a utilizar o sistema metroviário. Com esse incremento, o Metrô-DF passará a transportar cerca de 160 mil pessoas por dia.

Fonte: Revista Ferroviária
Publicada em:: 18/07/2013

METRÔ-DF oferece cartão flex

07/05/2013 - Metrô DF

Com ele, o usuário não perde tempo e nem dinheiro



A partir de amanhã, 08, estará disponível nas bilheterias das estações do Metrô-DF, o CARTÃO FLEX. Este cartão apresenta diversas vantagens. É mais acessível por não ser necessário cadastro. A retirada pode ser feita imediatamente nas bilheterias. É recarregável e não fica retido no bloqueio. É mais prático, pois na compra de mais de uma viagem, dispensa a aquisição de vários cartões unitários. É flexível porque o cartão é carregado com a quantidade que o usuário desejar, inclusive pela internet (www.metro.df.gov.br). Ao ser utilizado, o valor será debitado de acordo com a tarifa do dia. É simples, pois os créditos podem ser consultados a qualquer momento nas bilheterias ou nos totens instalados em todas as estações.



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Coordenação de Comunicação Social
Metrô-DF

(61) 3353-7077
(61) 9285-7346

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Metrô-DF realizará audiência pública para expansão da linha 1

18/07/2013 - Revista Ferroviária

Ao todo, serão mais 7,5 km de via e cinco novas estações

No próximo dia 26 de julho, às 10h, a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal realiza uma audiência pública para apresentação do projeto básico de expansão da linha 1 do Metrô-DF. O evento, aberto ao público, acontece no auditório do Complexo Administrativo e Operacional (CAO), em Águas Claras.

O projeto de expansão da Linha 1 acrescentará mais duas novas estações em Ceilândia, com mais 2,5 km de via, duas novas estações em Samambaia, com mais 4 km de via, e a primeira estação da Asa Norte, com 1 km de via entre a estação Central e a Galeria do Trabalhador, no Setor de Diversões Norte.

Ao todo, serão mais 7,5 km de via e cinco novas estações, além da modernização do sistema metroviário, que permitirá a injeção de mais trens na via.

Com a expansão, amplia-se também o atendimento ao público. A estimativa é que 30 mil novos passageiros passem a utilizar o sistema metroviário. Com esse incremento, o Metrô-DF passará a transportar cerca de 160 mil pessoas por dia.

Fonte: Revista Ferroviária

sábado, 27 de julho de 2013

Metrô-DF adota carro para mulheres e deficientes

17/06/2013 - Metrô-DF

A partir de 1º de julho, mulheres e deficientes terão direito a um carro exclusivo em todos os trens do Metrô-DF nos horários de pico, ou seja, das 7h às 8h45 e das 16h45 às 20h15, exceto aos sábados, domingos e feriados. A medida cumpre a Lei Distrital 4.848/2012, que estabeleceu que o metrô tivesse local exclusivo para as mulheres e pessoas com deficiência.
Hoje, 17 de junho, o Metrô-DF começa campanha educativa e informativa em todo o sistema. O objetivo é conscientizar o usuário sobre a importância da medida e pedir a colaboração de todos.

O carro exclusivo será sempre o primeiro, o chamado carro líder, localizado logo após a cabine onde está o piloto. Nos demais carros, o uso continuará misto, inclusive permitindo a presença de mulheres e deficientes. "Julho será o mês de testes para sabermos como as pessoas e o próprio sistema irá reagir à mudança. Vamos avaliar a situação e fazer os ajustes necessários, pois nosso foco será sempre a satisfação dos usuários", garantiu a presidente do Metrô-DF, Ivelise Longhi.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Metrô não comporta mais trens por falta de energia para operar

21/02/2013 - Jornal Alô Brasília

A falta de energia provoca transtornos aos brasilienses não apenas nas residências e no trabalho. O transporte metroviário também sofre com o problema. O Metrô-DF circula com 24 trens e, segundo o gerente de Operações, José Soares Paiva, utilizando a capacidade máxima para operar.

Paiva destaca que há o planejamento para que o Metrô tenha mais quatro trens em circulação até o meio do ano. "A Companhia Energética de Brasília (CEB) garantiu que ainda neste primeiro semestre será disponibilizado mais energia para operar com 28 trens, aumentando a capacidade entre 10 e 15% no número de passageiros que, atualmente, chega a 160 mil por dia", pontua.

Ainda segundo o gerente, com mais trens, aumentará o conforto dos passageiros, que terão redução no tempo de espera de quase quatro minutos para três nos entroncamentos. "Além disso, a expansão do metrô para outros lugares está em processo de licitação", destaca.

As regiões administrativas de Ceilândia e de Samambaia devem ganhar duas novas estações. Asa Norte também terá uma que, nesta primeira etapa do projeto de expansão na parte norte do Plano Piloto, será próxima ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

A doméstica Lusenir Porto de Carvalho, que utiliza o transporte diariamente, considera um absurdo os usuários ficarem dependendo de energia para ter mais conforto e segurança em um transporte público. "Nunca vi melhorias em nenhum sentindo".

Já Maria Raimunda Miranda acredita que para melhorar o transporte, teria de ter mais carros circulando. "A burocracia do País não faz o sistema de transporte funcionar", destaca vendedora.

Em nota, a assessoria da Companhia Energética de Brasília (CEB) informou que a autorização para disponibilizar mais trens aos passageiros foi repassada assim que receberam a solicitação do Metrô-DF.

Fonte: Jornal Alô Brasília

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

VLT entre Brasília e Luziânia tem custo estimado entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões por quilômetro

08/01/2013 - Jornal de Brasília

Para muitos moradores da Região Metropolitana do DF, a difícil rotina de enfrentar engarrafamentos para chegar à capital pode estar com os dias contados

Traçado das etapas da construção do VLT (Imagem: Divulgação)

Uma nova alternativa de transporte público, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), promete uma ligação mais ágil entre Brasília e Luziânia (GO).

A medida foi publicada no Diário Oficial da União de ontem e traz o edital de contratação de uma empresa que ficará responsável por concluir o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) de implementação da ligação ferroviária entre as duas cidades.

O projeto, sob responsabilidade da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), tem um custo estimado entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões por quilômetro, totalizando R$ 80 milhões.

O objetivo do estudo é adaptar os 76 quilômetros de trilhos que já existem e que servem para transportar cargas, em um transporte confortável e rápido – alcançado uma velocidade de até cem quilômetros por hora. Conforme o projeto, a linha férrea entrará no DF próximo à BR-040, caminho de Luziânia. O VLT passará pelo Park Way, Núcleo Bandeirante, Guará e Setor de Indústrias, e terminará na Estação Rodoferroviária.

Para a implementação do projeto, será utilizado o Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). De acordo com o diretor-superintendente da Sudeco, Marcelo Dourado, o transporte não polui, é 100% sustentável e poderá atender a 560 mil pessoas. "Estamos otimistas com o projeto. Os trilhos estão em bom estado e não deixarão de transportar as cargas", explica.

As empresas têm até 5 de março para entregar as propostas à Sudeco. Segundo Dourado, o prazo máximo para entrega dos estudos é de dez meses. "Em outubro, queremos estar com estes estudos concluídos e apresentar parte de outorga e concessão, a obra de engenharia e adaptação no final de 2013", diz.

Há um pedido para que a linha atenda também aos moradores de Santa Maria, a construção de quatro quilômetros de trilhos e estações. Uma das vias que também será beneficiada é a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia).

Fonte: Jornal de Brasília